Percebo ao acordar
que o sol acariciava a janela
com seu calor saudoso,
das terras, dos vinhedos de lá.
Os passeios lembro,
os orvalhos sinto.
Ainda uma fria manhã,
um abraço de amanhecer.
Sem meus olhos, sinto mais:
A nebulosidade que
traz o escuro branco
das primeiras horas.
Triste começo a esquecer.
Esquecer como sinto,
como ouvia os risos,
como era feliz.
Minha alma filtra
os muros da saudade,
as folhas das memórias.
Minha alma se perde.
que o sol acariciava a janela
com seu calor saudoso,
das terras, dos vinhedos de lá.
Os passeios lembro,
os orvalhos sinto.
Ainda uma fria manhã,
um abraço de amanhecer.
Sem meus olhos, sinto mais:
A nebulosidade que
traz o escuro branco
das primeiras horas.
Triste começo a esquecer.
Esquecer como sinto,
como ouvia os risos,
como era feliz.
Minha alma filtra
os muros da saudade,
as folhas das memórias.
Minha alma se perde.
Um comentário:
Que lindo esse poema, você fala de Loppiano??
bjs
Chiara
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